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OAB Piauí institui Comissão Especial para avaliar a criação da Subseção da OAB de Paulistana-PI

Com a finalidade de apreciar a pauta, foi criada, por meio de Portaria, a Comissão Especial para Avaliação Preliminar de Criação da mesma

04/06/2021 10h54
Por: Janiele Chaves Fonte: OAB-PI
OAB Piauí institui Comissão Especial para avaliar a criação da Subseção da OAB de Paulistana-PI

Tramita na OAB Piauí o pedido de criação da Subseção da OAB de Paulistana de relatoria do Conselheiro Seccional Carlos Washington Cronemberger Coelho. Com a finalidade de apreciar a pauta, foi criada, por meio de Portaria, a Comissão Especial para Avaliação Preliminar de Criação da mesma. A matéria tem como proponentes a Conselheira Federal da OAB Andreya Lorena Macedo e os Conselheiros Estaduais Fabrícío Bezerra e Adriano Borges.

Integram a Comissão Especial para Avaliação Preliminar de Criação da Subseção da OAB de Paulistana, os Advogados Franklin Wilker de Carvalho, Silverlene Reis Santos, Daniel Batista Lima, Joays de Araújo e Maycon Luz.

Atualmente os municípios de Paulistana, Simões, Acauã, Betânia do Piauí, Marcolandia, Fronteiras, Queimada Nova, Jacobina, Caridade do Piauí e Curral Novo são abrangidos pela Subseção da OAB de Picos.

De acordo com a Conselheira Federal da OAB Andreya Lorena Macedo, a criação da Subseção da OAB de Paulistana se faz necessária diante do desenvolvimento econômico da região, sobretudo, da necessidade de maior autonomia da Advocacia da região, com pautas peculiares e específicas.

“Nos últimos anos a região tem apresentado progressivo desenvolvimento sócio econômico. A criação dessa Comissão, composta de Advogados(as), com domicílio profissional na região, é uma fase preliminar da institucionalização da(s) Subseção(ões) de Paulistana/Simões prevista no Regulamento Geral do EAOAB, e tem como objetivo principal a análise a apresentação de parecer sobre a viabilidade do projeto de criação de nova Subseção. É estabelecer um diálogo democrático entre a Advocacia da região e o Conselho Seccional, a fim de viabilizar uma troca legítima de informações, dados, experiências”, explicou a Conselheira Federal.

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