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TRT 22 participará do II Fórum Piauí de Inclusão

O evento discutirá inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho

13/09/2021 16h20 Atualizada há 3 dias
Por: Ana Isabel Fonte: trt22.jus.br
TRT 22 participará do II Fórum Piauí de Inclusão

O TRT 22 participará do II Fórum Piauí de Inclusão, que abordará o tema: Desafios e Boas Práticas para o Trabalho Inclusivo. O evento acontecerá dia 17 de setembro, no auditório do Centro Cultural SESC Teresina, localizado na Av. Raul Lopes. Haverá ainda a possibilidade de participação on line. As inscrições são gratuitas e vão até o próximo dia 16, podendo ser realizadas pela internet. 

O evento é promovido pelo Fórum de Inclusão e Acessibilidade das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí, um colegiado de órgãos e entidades públicas e privadas, criado no dia 22 de novembro de 2018, com o objetivo comum de reunir esforços na realização de estudos, pesquisas e desenvolvimento de projetos de inclusão. O TRT 22 é um dos órgãos que compõem o colegiado, sendo representado pelo desembargador vice-presidente e corregedor, Francisco Meton Marques de Lima, e pela juíza do trabalho Luciane Rodrigues do Rego Monteiro Sobral.

Na ocasião, Luciane Sobral proferirá palestra dentro do painel temático: “Para além da Lei de Cotas”, que acontecerá às 14:15h. Ao todo, serão quatro painéis, que discutirão subtemas diversos, entre os quais: empregabilidade, processo de contratação, universo trabalhista, mídia e inclusão, desafios e habilidades das pessoas com deficiência.


Inserção e acompanhamento no mercado


O Fórum se constitui em uma instância para debate, troca de informações, de experiências e encaminhamento de providências que promovam e fortaleçam as políticas de inclusão e acesso a oportunidades de trabalho. Na prática, realiza coleta de dados estatísticos sobre o número de pessoas com deficiência que já ingressaram no mercado trabalhista ou que estão em situação de candidatura a uma vaga, e depois acompanha todo o processo.

O objetivo é traçar estratégias para garantir o preenchimento das cotas, diagnosticar barreiras e buscar formas de removê-las. “O que o fórum se propõe é viabilizar um trabalho bem completo e complexo de conscientização e inclusão efetiva, mudando paradigmas”, declara Luciane Sobral.

A magistrada diz ainda que as barreiras atitudinais são as mais difíceis de romper. “Para isso, há entidades no fórum em condições de dar suporte aos empregadores e contratados, nas adaptações necessárias, incluindo o acompanhamento de cada caso também após o início das atividades laborais”, explicou.

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