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Polícia Militar de Alagoas publica manifestação sobre fraude no concurso

Corporação afirma que a gestão do concurso fica a cargo da banca

15/09/2021 06h59 Atualizada há 1 dia
Por: Caio Reis Fonte: Direcaoconcursos.com.br
Polícia Militar de Alagoas publica manifestação sobre fraude no concurso

Em nota publicada nas redes sociais, a Polícia Militar de Alagoas se pronunciou sobre as suspeitas de fraude das provas do concurso PM AL. Recentemente, um candidato que marcou 100 pontos líquidos foi preso pela própria PM AL, sob fortes suspeitas de fraude.

No pronunciamento, a PM AL explica que a corporação não é responsável e não participa pela primeira fase do certame. A coordenação, elaboração, execução e correção das provas ficam a cargo da empresa contratada – no caso, o Cebraspe.

“Esta Corporação apenas tem participação a partir da fase de entrega da documentação”, explica a PM AL em nota. Além disso, corporação assegurou que confia plenamente na investigação conduzidas pela Secretaria de Segurança Pública e Polícia Civil.

Entenda como começou a suspeita de fraude

Tudo começou após um candidato aprovado no concurso PM AL ter sido preso após denúncias e reclamações dos vizinhos por conta do som alto durante uma festa.

Ao ter acesso à ficha criminal do suspeito, foram constatadas pelo menos sete prisões. Os policiais também tomaram conhecimento sobre seu grau de escolaridade, que, por ser nível fundamental, não se enquadra no requisito exigido para ingressar na corporação.

O suspeito ficou nas primeiras colocações do concurso PM AL, acertando 100 questões de 120. Chama a atenção o fato de as 20 questões restantes terem sido deixadas em branco.

Diante a situação, uma Ação Popular foi protocolada no Tribunal de Justiça de Alagoas, pedindo a suspensão do concurso público.

O pedido alega que o estado, assim como a empresa Cebraspe, cometeram “omissão lesiva ao patrimônio público e a moralidade administrativa” com base nos seguintes aspectos:

1) entrada de candidatos ligados ao crime organizado PM de Alagoas;

2) perda de credibilidade da PM de Alagoas em virtude de fato que não deu causa;

3) Desmoralização dos concursos públicos do Estado.

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